- Monitorizar o estado de saúde dos colaboradores
- Identificar efeitos adversos relacionados com o trabalho
- Cumprir os exames médicos obrigatórios aplicáveis
- Implementar medidas preventivas e corretivas
- Pessoal permanente e temporário
- Subcontratados com exposição prolongada nas operações da FACASI
- Trabalhadores em funções de risco elevado — nomeadamente operários que executam trabalhos em espaços confinados (limpeza de tanques), trabalhos em altura, ensaios com fontes radioativas e manuseamento de produtos químicos
- ISO 45001:2018 (cláusulas 6.1.2 — Identificação de perigos e avaliação de riscos; 8.1.2 — Eliminação de perigos e redução de riscos)
- Legislação angolana em matéria de saúde ocupacional e medicina do trabalho — levantamento pendente de validação pela organização
- Requisitos de aptidão médica exigidos pelos clientes do setor de óleo e gás para acesso às suas instalações
| Termo | Definição |
|---|---|
| Exame de admissão | Avaliação médica realizada antes da contratação |
| Vigilância periódica | Controlos médicos programados durante a relação de trabalho |
| Vigilância epidemiológica laboral | Estudo de padrões de doença associados à atividade profissional |
| Aptidão laboral | Certificação médica de capacidade para desempenhar as funções do posto de trabalho |
- Garantir os recursos necessários ao programa de saúde ocupacional
- Aprovar as políticas de saúde ocupacional
- Realizar as avaliações médicas
- Manter os processos clínicos individuais em condições de confidencialidade
- Emitir os certificados de aptidão e as recomendações de adaptação do posto de trabalho
- Gerir o calendário de exames e assegurar a sua realização atempada
- Arquivar os certificados de aptidão, sem aceder à informação clínica
- Facilitar a comparência dos trabalhadores aos exames
- Implementar as adaptações de posto recomendadas e não afetar a trabalhos incompatíveis com a aptidão certificada
- Participar nas avaliações médicas programadas
- Reportar sintomas que possam estar relacionados com a atividade profissional
- A frequência é definida em função do nível de risco da função e dos requisitos legais aplicáveis
- As periodicidades concretas ficam pendentes de definição pela organização, com base no parecer do serviço de medicina do trabalho e na legislação angolana aplicável
- Exposição a ruído em ambiente industrial
- Manuseamento de substâncias químicas (limpeza de tanques, consumíveis de ensaio)
- Trabalho em altura
- Trabalho em espaços confinados
- Exposição potencial a radiação ionizante em ensaios radiográficos, quando aplicável — com vigilância dosimétrica conforme a regulamentação específica
Os exames e a periodicidade associados a cada protocolo devem ser determinados pelo serviço de medicina do trabalho, em função da avaliação de riscos (PRO-019) e da legislação aplicável. Este procedimento não prescreve exames clínicos concretos.
- Registo dos certificados de aptidão e das datas de validade
- Análise de tendências agregadas, sem identificação individual
- Alertas de vencimento de exames e de reavaliação por exposição
- Percentagem de trabalhadores com exames em dia
- Tempo de resposta às recomendações emitidas
- Número de adaptações de posto implementadas
Identificação, pelo serviço de medicina do trabalho, de condições de saúde que requerem atenção especial.
Determinação, pelo médico do trabalho, do eventual vínculo entre a condição de saúde e a atividade desempenhada.
- Adaptação do posto de trabalho
- Reafetação a funções compatíveis
- Reforço das medidas de proteção
Monitorização contínua do estado de saúde do trabalhador pelo serviço de medicina do trabalho.
- Ergonomia no trabalho
- Controlo do stress térmico, relevante nas condições climáticas de trabalho em Angola
- Sensibilização para a saúde no trabalho
- Outros programas a definir em função dos resultados da vigilância e da avaliação de riscos
- Processo clínico individual — à guarda exclusiva do serviço de medicina do trabalho
- Certificados de aptidão (apto / apto com restrições / inapto), arquivados pela organização
- Relatórios agregados de vigilância, sem dados individuais identificáveis
- Consentimentos informados
A informação clínica dos trabalhadores é confidencial e está sujeita a sigilo médico. A organização tem acesso apenas ao resultado de aptidão e às recomendações de adaptação do posto de trabalho, nunca ao diagnóstico ou aos dados clínicos. Os processos clínicos são conservados pelo serviço de medicina do trabalho em condições que garantam a sua proteção, nos termos da legislação aplicável.
| Versão | Data | Descrição | Aprova |
|---|---|---|---|
| 000 | Pendente de validação | Original | CEO |